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Entdeckungen und Utopien

Die Vielfalt der portugiesischsprachigen Länder- Akten des 9. Deutschen Lusitanistentags

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Edited By Kathrin Sartingen and Verena Bauer

Entdeckungen und Utopien. Die Vielfalt der portugiesischsprachigen Länder war das Motto des IX. Lusitanistentages des Deutschen Lusitanistenverbands, der 2011 in Wien stattfand. Die Beiträge dieses Bandes zeichnen ein umfassendes Bild der aktuellen Lusitanistik, von der Literatur- und Sprachwissenschaft über die Translationswissenschaft bis zur Medienwissenschaft und der Didaktik, die nach zehn Jahren wieder mit einer Sektion vertreten war. Im Fokus standen dabei unter anderem die Utopien im Werk des Nobelpreisträgers José Saramago, Reiseberichte und Berichte über Entdeckungsfahrten in portugiesischer und lateinischer Sprache vom 16. bis ins 21. Jahrhundert, die terras em transe des portugiesischsprachigen Films, linguistische Spuren des Portugiesischen in Raum und Zeit und die sprachliche Entdeckung der lusophonen Kulturen.

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SEKTIONSVORTRÄGE

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55 Sektion 1 | Seção 1 Burghard Baltrusch (Vigo) «‘Was die Welt veränderte war keine Utopie, sondern eine Notwendigkeit’ – Utopie und Vielfalt im Werk von José Saramago» «‘O que transformou o mundo não foi uma utopia, foi uma necessidade’ – Utopia e Diversidade em José Saramago» Isabel Araújo Branco (Lisboa) | Ana Paula Arnaut (Coimbra) | Raquel Baltazar (Lisboa) | Verena Bauer (Wien) | Orlando Grossegesse (Braga) | Yvonne Hendrich (Mainz) | José Cândido de Oliveira Martins (Braga) | Ângela Maria Pereira Nunes (Mainz/Germersheim) | Rosângela Divina Santos Moraes da Silva (Coimbra) | Andreas Schor (Villars-sur-Glâne) | Fernando Venâncio (Amsterdam) Sektionsbericht | Relatório da seção (Burghard Baltrusch) Nesta seção interviram 11 investigadoras e investigadores de 9 universidades (Portugal, Alemanha, Austria, Brasil e Espanha). O tema estava relacionado com uma entrevista que Saramago concedera a quando do V Fórum Social Mundial em 2005, e na qual defendeu uma postura aparentemente paradoxal em relação ao conceito da utopia, uma das palavras-chave escolhidas para este congresso: Se eu pudesse riscava a palavra utopia dos dicionários. Mas claro não posso, não devo e nem o faria. [...] há que reconhecer que os jovens são muito sensíveis à ideia da utopia. [...] se eu tivesse que substituí-la, então, enfim, substitui-la-ia por uma palavra que já existe: esta palavra é simplesmente amanhã. [...] Porque o amanhã é a única utopia [...]. Esta citação reflecte a tensão constante entre pessimismo e optimismo numa obra que -nomeadamente na sua faceta cronística, ensaística ou bloguista...

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