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Antropofagias: um livro manifesto!

Práticas da devoração a partir de Oswald de Andrade

Edited By Eduardo Jorge De Oliveira, Pauline Bachmann, Dayron Carrillo Morell and André Masseno

Inseparável da personalidade de Oswald de Andrade e da sedição implícita em seu chamado para a "absorção do sagrado inimigo", o "Manifesto Antropófago" (1928) representa uma das mais arrumadas alegações do modernismo literário no Brasil. Antropofagias: um livro manifesto! convida a (re)ler as diretrizes antropológicas do pensamento oswaldiano e suas declinações nas artes e letras brasileiras. Sem pretender ser um documento histórico, o caráter manifesto deste volume visa marcar uma presença na análise do consumo cultural que distingue a produção de conteúdo estético do Modernismo, com ensaios que abordam a validade e as mutações epistemológicas de um texto em constante diálogo com os contextos crítico-históricos em que se desenvolveu a noção do que significa ser antropófago.

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Notas biobibliográficas

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Maria Carolina de Almeida Amaral é formada em Letras (Português e Inglês) pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Durante quatro anos ela desenvolveu sua pesquisa de Iniciação Científica sobre o “Manifesto Antropófago”, de Oswald de Andrade, elaborando um roteiro de leitura sobre os aforismos que o compõem.

Beatriz Azevedo é poeta, compositora e artista performática. Doutora em Artes Cênicas e Mestre em Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo (USP), atualmente faz pós-doutorado na Universidade de Campinas (Unicamp/Fapesp). Ela estudou música no Mannes College of Music, em Nova York, e teatro na Sala Beckett, em Barcelona. Ela é autora de Abracadabra (Selo Demônio Negro, 2019), Antropofagia: Palimpsesto Selvagem (Cosac Naify, 2016), Peripatético e Idade da Pedra (Iluminuras, 1996 e 2002). Inclui também as antologias Acabou chorare (Iyá Omin, 2017), Ato Poético (Oficina Raquel, 2020), Dusie 21: The Contemporary Brazilian Poetry Edition (Dusie Press, San Francisco, 2018), Garganta (Azougue, 2016) e Lula Livro (Perseu Abramo, 2018).

Lena Bader estudou História da Arte e Ciência da Cultura na Universidade Humboldt em Berlim, onde em 2011 obteve seu PhD com uma tese sobre a história visual da História da Arte como disciplina acadêmica. Desde 2012 ela é diretora de pesquisa no Centro Alemão de História da Arte em Paris. Lá, ela iniciou, junto com Thomas Kirchner, o campo de pesquisa “Travelling Art Histories” com foco na América Latina. Seu projeto...

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