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Construção de Identidade(s)

Globalização e Fronteiras

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Edited By Ana Isabel Boura, Francisco Topa and Jorge Martins Ribeiro

Este volume debate o tema da construção de identidade(s), numa época em que fronteiras e globalização coexistem. Ao longo de onze capítulos, a questão é discutida de um ponto de vista pluridisciplinar, com abordagens provenientes do campo da ciência política, da história, dos estudos culturais, da geo-historiografia, dos estudos literários, da teoria e da didática da literatura, bem como da sociologia. O livro inclui uma segunda parte consagrada ao 2.º centenário das invasões francesas no norte de Portugal. Focando processos, personalidades e locais relevantes da História e da Cultura, esta obra procura ser um contributo cientificamente inovador, de leitura proveitosa tanto para especialistas, como para o grande público.
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Identidade nacional

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O conceito de «Identidade Nacional» é revisto e interpretado em termos políticos, durante o século XIX, como o «sentimento de pertença a um país». Para o Liberalismo passou a ser uma forma de pertença a um grupo de pessoas que partilham ideais e valores comuns à sociedade e ao bem comum. Distinguiu-se na altura esta definição do conceito de outra proveniente da perspetiva Nacionalista pelo facto de a última sobrevalorizar a Identidade Nacional em relação a análogas «identidades coletivas» como as da religião, do grupo étnico e/ou social ou ainda de pertença a outras instituições.

1. A perspetiva da Psicologia Social

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