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Antropofagias: um livro manifesto!

Práticas da devoração a partir de Oswald de Andrade

Edited By Eduardo Jorge De Oliveira, Pauline Bachmann, Dayron Carrillo Morell and André Masseno

Inseparável da personalidade de Oswald de Andrade e da sedição implícita em seu chamado para a "absorção do sagrado inimigo", o "Manifesto Antropófago" (1928) representa uma das mais arrumadas alegações do modernismo literário no Brasil. Antropofagias: um livro manifesto! convida a (re)ler as diretrizes antropológicas do pensamento oswaldiano e suas declinações nas artes e letras brasileiras. Sem pretender ser um documento histórico, o caráter manifesto deste volume visa marcar uma presença na análise do consumo cultural que distingue a produção de conteúdo estético do Modernismo, com ensaios que abordam a validade e as mutações epistemológicas de um texto em constante diálogo com os contextos crítico-históricos em que se desenvolveu a noção do que significa ser antropófago.

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Sumário

Sumário

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Prefácio

P. Bachmann / D. Carrillo-Morell / A. Masseno / E. J. de Oliveira

Introdução – Um abre-alas antropófago Da Revista à marcha das utopias

I.“Só a Antropofagia nos une”

Beatriz Azevedo

Antropófago Manifesto

Alexandre Nodari / Maria Carolina de Almeida Amaral

A questão (indígena) do “Manifesto Antropófago”

Eduardo Sterzi

Diante da lei – da gramática – da história Oswald de Andrade, poeta das exceções

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