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Interacciones entre las literaturas ibéricas

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Edited By Francisco Lafarga, Luis Pegenaute and Enric Gallén

Este libro recoge aquellas contribuciones al Congreso internacional Las relaciones entre las literaturas ibéricas (Universitat Pompeu Fabra en colaboración con la Universitat de Barcelona, 18-20 de junio de 2009) que se ocupan de analizar las interacciones entre las literaturas ibéricas. Reúne numerosos trabajos que inciden plenamente en distintos fenómenos vinculados con las denominadas, de manera general, relaciones literarias, y que contemplan aspectos como la mediación literaria y cultural, la recepción crítica o la intertextualidad, tanto desde el punto de vista bilateral como multilateral. Las restantes contribuciones al congreso se encuentran en otros dos volúmenes de esta colección: Traducción y autotraducción en las literaturas ibéricas y Relaciones entre las literaturas ibéricas y las literaturas extranjeras.

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Fidelino de Figueiredo e o comparatismo peninsular: o piano de dois teclados 175

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Fidelino de Figueiredo e o comparatismo peninsular: o piano de dois teclados CARLOS M. F. DA CUNHA Universidade do Minho Os intercâmbios literários peninsulares devem muito à amizade pessoal e cultural entretecida por alguns dos seus escritores. Um dos autores portu- gueses que mais se confrontou com este estado de coisas e procurou esta- belecer o diálogo entre as culturas peninsulares foi Fidelino de Figueiredo (1889–1967), cujo longo exílio político lhe permitiu viver numa constan- te encruzilhada intercultural e cosmopolita, na procura das afinidades e assincronias do espaço literário peninsular e iberoamericano. Apesar de se limitar à interacção entre a literatura castelhana e a portu- guesa, Fidelino de Figueiredo é claramente um pioneiro, e até há pouco um exemplo raro, com a sua obra Pyrene, publicada em 1935, bem como através de um vasto conjunto de ensaios e artigos comparatistas. Interes- sam-nos as suas perplexidades perante as diferenças observadas (que resu- me na ideia da existência de uma permanente assincronia) e a procura incansável dos pontos de contacto existentes. O seu exílio, por motivos políticos, em 1927, deu origem a uma notá- vel carreira académica internacional na Espanha, México, Estados Unidos da América, e sobretudo no Brasil, onde leccionou de 1938 até 1951, tendo colaborado activamente em revistas internacionais e com inúmeras sociedades científicas. No início do seu exílio, foi professor na Universida- de Central de Madrid, até 1929, anos...

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